O Ábaco

Na medida em que os cálculos foram se complicando e aumentando de tamanho, sentiu-se a
necessidade de um instrumento que viesse em auxílio, surgindo assim há cerca de 2.500 anos
o ÁBACO. Este era formado por fios paralelos e contas ou arruelas deslizantes que, de acordo
com a sua posição, representava a quantidade a ser trabalhada.

O ábaco russo era o mais simples: continha 10 contas, bastando contá-las para obtermos suas
quantidades numéricas. O ábaco chinês possuía 2 conjuntos por fio, contendo 5 contas no
conjunto das unidades e 2 contas que representavam 5 unidades. A variante do ábaco mais
conhecida é o SOROBAN, ábaco japonês simplificado (com 5 contas por fio, agrupadas 4x1),
ainda hoje utilizado, sendo que em uso por mãos treinadas continuam eficientes e rápidos para
trabalhos mais simples.

Esse sistema de contas e fios recebeu o nome de calculi pelos romanos, dando origem à
palavra cálculo.

A criação da disquete

 Em 1967, David Noble, da IBM criou um disco de 8 polegadas e 80 kB que era somente para leitura. Assim, criou a capa que encobre os disquetes, e que se tornaram sua marca característica. Em 1975, o tão-famoso disco de 5 1/4 polegadas foi criado, mas a fábrica que o construíu não viu futuro para ele e o projeto foi arquivado. Somente em 1978 estes disquetes começaram a ser distribuídos, e logo se tornaram muito populares. E finalmente, em 1982, a Sony criou o disquete de 3 1/2 polegadas, que funcionavam apenas nos seus computadores. Mas logo outros fabricantes começaram a usar o formato que se tornou dominante na indústria. Embora a capa que o recobria agora fosse dura, o disquete continuava sendo chamado de "disco flexível".